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Dicas e Sugestões

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14 dicas para evitar pragas e doenças na horta

Coloque as mãos na terra

Fazendo a manutenção e vistoria regular na horta, é possível identificar doenças e pragas, antes que se alastrem. É importante ter muita atenção e notar se o as plantas estão infectadas. Caso estejam, isole-as para que as doenças ou pragas não tomem o resto do plantio.

 

Cuide do solo

Um solo ruim evita que as plantas retirem dele os nutrientes necessários para seu crescimento saudável e também ajuda a proliferar pragas e doenças. É importante, além de regaradubar a terra para mantê-la fértil, sempre coberta com vegetação (folhas secas, capim) para manter a umidade.

 

 

rega-horta-regador (Foto: Creative Commons)

As plantas precisam de água, não esqueça de regar a horta pela manhã.(Foto: Creative Commons)

Regue a horta de manhã

Com as plantas aguadas de manhã cedo, o excesso de água tem o dia todo para secar ou ser absorvido pelo solo. É importante também regar apenas o solo, não as folhas, que ficam expostas a danos causados por fungos, caso fiquem molhadas.

Diversifique a plantação

Manter a diversidade é essencial em uma horta caseira. Como algumas pragas preferem determinados vegetais, se o cultivo for diversificado, é possível evitar que elas se alastrem por toda a plantação. Além disso, algumas plantas são inimigas para pragas que atacam outras espécies e vice-versa.

abelha-flor-inseto-mel-colmeia (Foto: Pierre Guezingar/CCommons)

Várias espécies na horta formam uma barreira natural aos inimigos (Foto: Pierre Guezingar/CCommons)

Não mate os amigos da horta

Alguns animais, como abelhasminhocas joaninhas têm papéis extremamente benéficos em uma horta caseira e orgânica. É importante não removê-los do canteiro.

Elimine ervas daninhas...

Remova as ervas daninhas assim que identificá-las. Elas são oportunas para o desenvolvimento de doenças parasitárias que podem arruinar toda a plantação caseira. 

...Mas deixe as plantas espontâneas

É importante reconhecer o que nasce espontaneamente, mas que não é erva daninha. Algumas plantas espontâneas não-prejudicias podem atrair pragas para si, evitando que elas ataquem o cultivo. Algumas plantas são também comestíveis e podem se tornar parte da horta.

Construa canteiros

Com algumas sobras de madeira, é possível construir um simples e bom canteiro, que evita que muitos insetos terrestres invadam a horta e destruam a produção.

 

 

hortela-cultivo-horta (Foto: Creative Commons)

Hortelã pode ser usado como planta repelente (Foto: Creative Commons)

Plante vegetais atrativos ou repelentes

Tem um espacinho sobrando na horta? Plantas repelentes ou atrativas são boas opções. Repelentes naturais, como citronelahortelã crisântemo, afastam as pragas da plantação. Plantas atrativas, como a capuchinha, podem ser úteis para chamar a atenção das pragas e evitar que elas ataquem o cultivo.

Ou plante atrativos longe da horta

Não tem espaço para cultivar plantas atrativas na horta? Plante-as no entorno da área em que cultiva. Cercando a horta com plantas atrativas, evita-se que pragas invadam o cultivo. Mas é preciso cuidar desse “sistema de defesa”, também. Se as pragas destruírem essas plantas, partirão para o ataque à sua horta.

Use cobertura morta

Uma boa maneira de melhorar a qualidade do solo, evitar pragas e ainda impedir o crescimento de ervas daninhas é a distribuição de palha pela superfície. Isso mantém a temperatura do solo e retém a umidade, ou de folhas secas, que durante a sua decomposição, formam uma camada de matéria orgânica farta que se incorpora à terra.

armadilha-adesiva-horta (Foto: Creative Commons)

Armadilhas adesivas são úteis para evitar que pragas cheguem à horta (Foto: Creative Commons)

Adesivos podem ajudar

Armadilhas adesivas são boas opções em lugares onde as pragas circulam com frequência e facilidade. Por terem diversos tipos e finalidades, um profissional deve ser consultado antes que elas sejam instaladas na horta.

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O porquê de usar luvas para a sua própria segurança

As luvas de segurança protegem as mãos dos trabalhadores contra riscos mecânicos. Como abrasão, corte e perfuração, riscos químicos e riscos biológicos - como fungos e bactérias. Devem-se avaliar os riscos e atividades desenvolvidas. O tamanho da mão do usuário também deve ser considerado. ver mais

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Três dicas para limpar e desinfetar a casa e torná-la num local seguro

É importante colocar em prática estes conselhos de higienização diariamente.

As últimas semanas (e futuras) serão muito provavelmente lembradas como as mais caseiras da história. A propósito, começou a circular na internet a hashtag #ficaemcasa, uma mensagem simples, mas muito clara, e que agora faz parte da vida de milhões de pessoas em todo o mundo, como forma de combate à expansão do coronavírus. Agora, e mais do que nunca, será fundamental tornar a casa num local seguro e adequado, capaz de receber-nos da melhor maneira até que os tempos de alerta e emergência terminem. O portal profissonal Prontopro.es partilhou três dicas fundamentais para limpar e desinfetar os espaços.

A empresa pediu aos seus especialistas nas áreas de limpeza doméstica e industrial para apresentarem uma lista de dicas a seguir para ajudar a limpar a casa, removendo quaisquer germes e bactérias. Chama-se "higienização", que significa a aplicação simultânea de duas etapas: limpeza e desinfeção de qualquer superfície.

Escolher os produtos certos

Podem ser utilizados produtos descartáveis, como papel, acompanhados de equipamentos capazes de emitir vapor, uma vez que o choque térmico permite a total eliminação de agentes patogénicos. Mas também os produtos químicos são adequados para a limpeza de ambientes, e a escolha do detergente certo depende do tipo de sujidade: para remover a cal, por exemplo, devem utilizar-se produtos à base de ácido clorídrico; para resíduos gordurosos é aconselhável usar um produto como lixívia ou desengordurante. Evita misturar as duas categorias de produtos, pois existe o risco de envenenamento.

Por fim, os "remédios da avó", que também são sempre úteis, além de terem um baixo impacto ambiental. Incluem o uso de substâncias como vinagre, ácido cítrico ou bicarbonato para operações de remoção de sujidade. Também poderás utilizar água fervida, acima de 70º C, para eliminar todos os patogénicos.

Para finalizar a higienização das superfícies, é recomendável usar um desinfetante como álcool (pelo menos 75%) e deixá-lo atuar nas superfícies durante pelo menos 60 segundos. Por fim, enxagua bem as superfícies com água para evitar o risco de contaminação química por contacto ou inalação de produtos desinfetantes.

Tecidos

Os especialistas aconselham uma lavagem na máquina a uma temperatura de pelo menos 60 a 70 graus para garantir a eliminação do vírus. Se não for possível lavar tudo a altas temperaturas, poderás acrescentar, por exemplo, peróxido de hidrogénio (água oxigenada) ao detergente normal.

Para tecidos e estofados que não podem ser lavados na máquina, recomendamos o uso de equipamentos a vapor e aspiradores de pó equipados com um filtro HEPA, isto é, capazes de filtrar até as menores partículas.

Frequência da limpeza

É aconselhável levar a cabo estas práticas diariamente. O último conselho é seguir as principais indicações sugeridas pela OMS: usar etanol (álcool) com pelo menos uma concentração de 75% ou produtos de cloro (lixívia comum).

 

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Frutos secos: muitos benefícios, alguns limites

Os frutos secos, como a castanha-de-caju, amendoim, nozes, amêndoas, avelãs, pinhões e pistache, também conhecidos como oleaginosas, podem ser aliados da dieta se consumidos em pequenas quantidades como 4 unidades por dia por exemplo, quando não se tem alergia ou não se está em dietas de emagrecimento.

Eles são ricos em nutrientes como gorduras boas que melhoram o colesterol, zinco, magnésio, vitamina do complexo B, selênio e fibras. Assim, esses frutos trazem benefícios para a saúde como:


1-Ajudar a emagrecer, pois contêm fibras, proteínas e gorduras boas, que dão mais saciedade;

2-Melhorar o colesterol, pois são ricos sem gorduras insaturadas, que reduzem o colesterol ruim e aumentam o bom;

3-Fortalecer o sistema imunológico, por serem ricas em zinco e selênio;

4-Melhorar o intestino, por conter fibras e gorduras boas;

5-Prevenir aterosclerose, câncer e outras doenças, por serem ricas em nutrientes antioxidantes como selênio, vitamina E e zinco;

6-Dar mais energia, por ser rica em calorias;

7-Estimular a massa muscular, por conter proteínas e vitaminas do complexo B;

8-Atuar como anti-inflamatório, pois as gorduras boas reduzem a inflamação no corpo, o que diminui dores nas articulações, previne doenças e ajuda na perda de peso.

 

Conselhos para o consumo

As propriedades dos frutos secos oferecem, sem dúvida, grandes benefícios. No entanto, não nos devemos esquecer que estes são alimentos com um nível calórico muito elevado; portanto, o seu consumo deve ser moderado para que os seus efeitos não sejam opostos. Assim, nutricionistas recomendam um consumo diário de 20 a 30 gramas. E, como conselho extra, é recomendável ingerir frutos secos crus, sem sal e sem adição de açúcares ou fritos e, assim, manter os seus valores nutricionais e desfrutar de todos os seus benefícios.

 

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Como cuidar de plantas em casa (e as 10 mais simples de manter)

Guia para cuidar de plantas em casa (e as 10 mais simples de manter)

Acha que é um serial killer de plantas? Mete água a mais? Ou a menos? Não sabe que plantas se adaptam ao seu espaço? E à luz? Este é o guia para quem quer criar uma selva urbana dentro de casa.

Saiba como evitar os erros mais comuns com as plantas dentro de casa. E conheça na fotogaleria as mais fáceis para começar a sua aventura botânica

 

Para quem é um iniciante nos temas da botânica de interiores e tem o sonho de ter uma casa com uma área verde generosa, as dúvidas são quase sempre as mesmas. Mas há poucas dicas fundamentais para cuidar de plantas e, acima de tudo, saber adaptar o espaço que se tem em casa, ao ambiente, à luz e, claro, às próprias plantas que se escolhe.

Com a ajuda das quatro amigas fundadoras do projeto Generosa, preparámos um guia para cuidar de plantas à prova até da pessoa com menos jeito para jardins. Eis o básico dos básicos: as plantas são capazes de fabricar a própria energia através da fotossíntese. E para este processo ocorrer, só temos de fornecer três coisas: água, luz solar e dióxido de carbono. A planta fará tudo o resto.

A Generosa cria coleções de plantas para ajudar as pessoas a descobrir quais são as melhores para os seus espaços. E elas sabem do que falam. A Cristina, a Rosário e a Sofia são engenheiras agrónomas e, depois de passarem alguns anos a trabalhar nos sectores agrícolas e agroalimentar, decidiram virar-se para o que unia as três: a paixão pelo mundo das plantas. Juntou-se então a quarta amiga, a Joana, farmacêutica mas apaixonada por plantas e decoração, e o projeto Generosa ganhou os seus quatro eixos: curadoria, qualidade, personalização e acompanhamento.

Deve optar sempre por vasos com buracos no fundo e pratos para escoar a água (esquerda). Em vasos decorativos sem buracos (direita), tem de improvisar uma forma de fazer drenagem. Fotos: Pinterest

 

O  bê-á-bá das plantas dentro de casa

Eis os três passos fundamentais que tem de dar depois de comprar qualquer planta para ter em casa:

Escolha o sítio adequado para o seu poiso

Normalmente essa indicação vem escrita no vaso ou o vendedor deve explicar-lhe. Há plantas que querem muita luz solar — coloque-a perto da janela ou numa zona da casa que apanhe sol grande parte do dia. Há outras que preferem luz média — coloque-a numa divisão luminosa mas onde não receba luz solar diretamente. Tem pouca luz dentro de casa? Então tem de escolher plantas mais tolerantes à sombra e que se vão dar bem em divisões mais escuras. “Qualquer zona da casa onde não seja possível ler uma revista sem recorrer a iluminação artificial é uma zona muito provavelmente inadequada para o desenvolvimento de qualquer planta”, explicam as fundadoras da Generosa. Corredores ou hall de entrada escuros estão, por isso, excluídos.

 

 

Mude a planta de vaso

Muitas plantas começam a murchar porque ficam indefinidamente no vaso onde estavam quando foram compradas. Por norma, esses são apenas vasos de tamanho limite onde as raízes acabam por não ter espaço para crescer. Deixe a sua planta habituar-se ao novo espaço e, uma ou duas semanas depois, faça a muda para um vaso maior. Deve cobrir metade do vaso novo com um substrato adequado, colocar a planta no meio e preencher até acima. As raízes nunca devem ficar no fundo do vaso ou não vão ter espaço para se desenvolver.

Garanta a drenagem

Se a sua planta não tiver drenagem, o substrato vai ficar empapado e as raízes vão apodrecer. Assim, quando fizer a muda para um novo vaso, garanta que este tem buracos no fundo para a água sair. Caso seja um vaso decorativo de louça, por exemplo, por onde não seja possível a água escoar, terá de improvisar uma drenagem. Coloque pedras de tijolo ou argila no fundo do vaso, seguida de uma camada de areia lavada (a de construção, por exemplo) e, então, a terra. A areia vai fazer com que a água escoe para a próxima camada sem asfixiar as raízes. Também funciona com esferovite no fundo e uma manta de drenagem ou um pouco de feltro entre o esferovite e a terra. É permeável e não asfixia as raízes. Mas o ideal será, claro, vasos com vários buracos no fundo e um pratinho para deixar a água sair. Se o vaso tiver buracos pequenos, pode fazer os passos anteriores para garantir uma boa drenagem.

Observe e “ouça” a sua planta e quando é que ela pede água. As necessidades de água estão sempre a mudar em função das condições do meio ambiente ao longo do ano. Fotos: Pinterest

 

Com a chegada do outono e a menor luz solar, como cuidar das plantas?

O mais importante é a gestão da rega. É preciso ajustar as necessidades de água das plantas a esta época em que as temperaturas começam a descer e as plantas necessitam de menos água porque, tal como nós, transpiram menos. A redução da luz implica também uma diminuição da taxa de crescimento das plantas, pelo que a fertilização deixa de ser necessária, sob risco de se poder tornar tóxica quando em excesso. E pode ser necessário aproximar mais as plantas das janelas para compensar um maior ensombramento das divisões da casa.

Regamos demais ou regamos a menos?

Se muitas plantas morrem por falta de água, a verdade é que morrem (mais) frequentemente por excesso de água. E uma coisa tão simples é, afinal, aquela em que se erra com mais frequência. Não faça um calendário rígido. Pelo contrário, observe a sua planta até ela “pedir” água. Uma planta feliz tem a terra húmida mas não molhada. Assim, para saber quando deve regar, introduza um dedo no substrato para sentir se está seco ou húmido. Se estiver húmido, volte a verificar no dia seguinte. Se aí já estiver seco, uma boa rega vem mesmo a calhar. Quando regar, cubra toda a zona em redor da planta e não apenas num local. A água tem de estar uniformemente disponível por todas as raízes.

Seguir um calendário rígido é meio caminho andado para matar uma planta porque as necessidades de água estão sempre a mudar em função das condições do meio ambiente ao longo do ano. Há alturas em que a planta pede mais água e outras em que pede menos. As folhas murchas também não são sinal de falta de água. Às vezes as folhas estão murchas devido à asfixia das raízes que têm muita água acumulada no fundo do vaso. Aí, elimine a água do vaso e deixe a terra secar.

Passo muito tempo fora de casa. Não posso ter plantas?

Claro que sim. Há plantas mais exigentes em cuidados do que outras, plantas que não gostam de correntes de ar, plantas que são muito sensíveis à falta pontual de água e, claro que isto não é só conversa das avós, plantas que gostam de vida em casa (ou que se fale com elas). Quem viaja muito ou gosta de passar o fim de semana fora deve optar por plantas fáceis, que tolerem algum descuido, que sejam menos exigentes de água e que recuperem bem depois de serem ignoradas. Estas são as plantas da categoria “as mais fáceis” que na Generosa são aconselhadas às pessoas mais ausentes.

“Uma maneira simples de avaliar a quantidade de luz disponível é observar as sombras nas paredes durante as horas mais luminosas do dia. Sombras muito bem definidas indicam locais com boa luminosidade. Sombras pouco definidas são indicativas de zonas mais ensombradas, onde a opção deve incidir sobre plantas tolerantes a condições de baixa luminosidade”, explicam as engenheira agrónoma do Generosa. Foto: Pinterest

 

O que é que as pessoas fazem geralmente de errado?

  • Em primeiro lugar, o excesso de rega, claro. Mas há mais coisas que provavelmente está a fazer de errado e é por isso que as suas plantas não sobrevivem;
  • Plantas demasiado perto das janelas e muito expostas ao sol direto;
  • Plantas sujeitas a fortes oscilações de temperatura, demasiado próximas de aparelhos de ar condicionado ou de aquecedores;
  • Plantas em vasos demasiado pequenos cujas raízes ocupam a maior parte do vaso;
  • Ou plantas em vasos muito grandes onde a água que fica retida no vaso é excessiva para as suas necessidades, o que acaba por também matar as raízes;
  • Não compreender o ciclo de vida das plantas. Algumas são anuais (estão sempre em folha o ano todo), outras são vivazes (perdem as folhas e as flores no inverno e voltam a nascer no verão). Não atire para o lixo uma planta que pode estar apenas no seu ciclo;
  • Não é só no verão que se deve pulverizar as plantas e as folhas (com um borrifador) devido ao calor. Durante o inverno, e porque as casas são aquecidas, o ar fica seco e a planta também precisa de ser pulverizada.

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Descubra as vantagens de criar ovinos

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Desparasitação – tudo o que precisa saber

desparasitação é uma medida preventiva muito importante na vida dos nossos patudos. Consiste na eliminação de parasitas presentes no organismo do hospedeiro (animal que recebe os parasitas). Ao desparasitar o seu companheiro de quatro patas está automaticamente a melhorar a sua qualidade de vida e a aumentar a resistência a problemas de saúde que porventura podem aparecer durante a sua vida.

 

A desparasitação pode ser:

Interna – endoparasitas – parasitas intestinais, pulmonares e urinários;

Externa – ectoparasitas – pulgas, carraças, piolhos, mosquitos, moscas, ácaros.

 

Animais com parasitas são prejudiciais aos humanos

Alguns parasitas podem afetar os humanos, além de em rápido espaço de tempo constituírem um problema de saúde pública. Animais com parasitas em zonas habitadas por animais são um risco alargado para crianças, idosos e pessoas com um sistema imunitário desfavorecido. As consequências para os humanos passam, por exemplo, por problemas digestivos, lesões oculares, diarreias, vómitos, etc.

 

O que é um parasita?

É um ser vivo que habita, durante um período de tempo, no interior ou exterior de um outro ser vivo de espécie diferente designado de hospedeiro (dá de uma certa forma alojamento ao parasita).

O parasita, por sua vez, permanece vivo no corpo do hospedeiro (ex: cão) alimentando-se dos seus tecidos e reproduzindo-se a velocidades vertiginosas. Os parasitas são divididos em dois grupos: parasitas externos (ectoparasitas) e parasitas internos (endoparasitas).

As pulgas e as carraças são parasitas externos e surgem normalmente no meio ambiente com maior frequência nos meses mais quentes (verão).

A desparasitação é fundamental

Para evitar os problemas já descritos é importante que desparasite de forma preventiva todos os animais que têm em casa de forma simultânea. É essencial que o faça com regularidade.

 

Alguns sinais que o cão tem parasitas

Se encontrar um parasita (pulga ou carraça) na cama, tapetes ou no chão da casa é muito provável que não seja um caso isolado. Inspecione rapidamente o animal.

Após a picada de um parasita o animal pode apresentar febre durante algumas horas ou até dias. Este sinal pode ser acompanhado de fraquezafalta de apetitetremores e respiração anormal.

Se um parasita está impregnado no corpo faz com que o animal se tente morder compulsivamente. Esteja atento a este comportamento!

Se o animal sacudir a cabeça com frequência analise a possibilidade de existirem pulgas na região do pescoço ou carraças junto dos canais auditivos.

 

Regras para desparasitação interna:

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